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O chamado
É ridículo (e impressionante) como a personagem de Naomi Watts consegue, através de alguns cliques em sites de busca, descobrir milhares de coisas que a levam até a um farol em uma ilha deserta onde muitas histórias antigas e complexas ainda a aguardam. Mas para não dizer que não gostei do filme e só citei pontos negativos, as atuações de David Dorfman e Brian Cox são impecáveis. O primeiro interpreta o perturbado filho de Naomi Watts, que parece conseguir se comunicar com Samara, uma garota aparentemente morta pela própria mãe há anos atrás. Já Cox faz uma pequena, porém marcante participação como o marido de Anna Morgan (a mãe de Samara) na meia hora final. O argumento é outro ponto a favor. Watts é uma jornalista que se vê às voltas com uma fita de vídeo que mata em sete dias qualquer um que a assista. Trata-se de um remake de Ringu, um filme japonês de 1998, que foi um enorme sucesso e já gerou duas continuações. Não fosse o talento do elenco, com destaque para Watts, e pela ótima direção de Gore Verbinski (que atualmente está rodando "Piratas do Caribe” com Johnny Depp e Orlando Bloom) o filme afundaria no péssimo roteiro de Ehren Kruger (“Pânico 3” – sem comentários, certo?)
FILME:
O CHAMADO (“THE RING”) |
THE SHIELD
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